Cá em baixo, vou fazendo em silêncio minhas observações e análises. Vez em quando as apresento para amigos em reuniões sociais, sempre regadas a um bom tinto, aqui nas alturas da serra carioca onde, felizmente e até agora, as balas perdidas não conseguiram chegar.
E hoje leio a coluna do Jabor, em O Globo.
Lúcido, mordaz e inteligente, como sempre. Desta vez, releio o que escreveu, pois suas palavras têm sido os meus pensamentos mais recentes.
Pinçado de sua coluna :
" ....
... o lulismo esvazia nossa indignação , nossa vontade de crítica, de oposição. Para ser contra o quê, se ele é a favor de tudo ? ...
...
... há uma normalidade no ar que inquieta, sinistra como o prenúncio de tempestade, que virá para o próximo governante ...
...
...e nós estamos aprendendo a querer pouco.
...
... através de seu poder [de Lula] carismático, que anula a oposição e tira a identidade da situação.
...
... a crença em qualquer punição acabou. O cinismo se instalou ...
...
E no meio, só ele, um messias sem programa, um messias de si mesmo ...
...
Chego a ansiar por uma crise .... juro ... Coitado do próximo governante ... "
BINGO, penso eu !
...
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