sexta-feira, 22 de junho de 2007

A herança que "sará" maligna

Trecho de um artigo de Guilherme Fiuza, "No Mínimo"


" .... A equação é clara. O aumento de impostos serve a um governo perdulário, generoso com os apadrinhados, e mais especificamente ao partido do presidente, principal cliente dos cargos de confiança – cujos ocupantes são obrigados, inclusive, a descontar um percentual de seus ganhos em favor do partido.

Mas o que vale é o símbolo, a mística e a bonança econômica. Ninguém parece interessado em discutir agora essa herança maldita. Só quando ela for herdada. Mas aí será tarde demais."

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