sábado, 23 de junho de 2007

Saúde para todos

São Gonçalo, RJ : Nos últimos dois meses, 11 dos 33 pediatras do Hospital Estadual Alberto Torres pediram demissão por causa dos salários atrasados.

Responda se puder

Em tempos de apagão ético, onde anda a Igreja que não se manifesta ?

Porque não aparece nem um coroinha para fazer greve de fome pela moralidade dos costumes, como fez o padre para impedir as obras de transposição do São Francisco ?

Para cantarolar no banheiro (do aeroporto)

Carioca - Falta De Avião
Carioca (pânico Na Tv)

Foi por falta de avião..
Que eu me hospedei pela primeira vez lá no saguão
A cama era o carpete..e o pijama a calça jeans..
E pro jantar uns 10 ou 12 amendoins..

Foi por falta de avião
Que eu passei no aeroporto o feriadão
Se o povo ta nervoso..todo mundo grita..
E a aeromoça, em crise, liga pra polícia

Foi por falta de avião..
Que eu acabei atrás das grades na prisão
Você reclama e pronto, vem alguém tem prende...
É aquele velho dito: o pobre só se entubaa..
O rico pega o jato e voa para Aruba...

3 dos 14

Diário da Tarde, MG

Produto interno bruto para exportação

Marcos D'Paula / AE

Em cartaz (Cine Panamericano)

TENSÃO NO RIO (Tensão no Rio, Brasil, 1982)

Diretor: Gustavo Dahl
Elenco: Norma Bengell, Anselmo Duarte, Gracindo Júnior, Lilian Lemmertz, José Lewgoy,Ana Maria Magalhães, Dina Sfat, Nelson Xavier, Flávio Santiago, Raul Cortez, Paulo César Pereio.

Thriller político, que se inicia com um atentado que tira a vida de um ministro durante visita de chefe de Estado estrangeiro e continua com o ataque cardíaco sofrido pelo presidente da República, pressionado por menções da imprensa à primeira-dama e à primeira-amante. Produção ambiciosa, com elenco de peso.

O que nos espera

Paulo Liebert, AE

Futuros "doutores" e dirigentes da Nação deixam o prédio da reitoria de USP com rastros de vandalismo.

Atrás dos bois, o bicho

Novo figurante no caso do senador : um bicheiro com extensa ficha criminal contou que financiou as campanhas eleitorais da família Calheiros, incluindo a de Renan, em 1994. Afirmou, ainda, que fez empréstimos à Prefeitura de Murici, na época do prefeito Remi Calheiros, irmão do senador.

Os cheques estão disponíveis para quem quiser conferir ....

Vale a pena recordar

Folha de São Paulo, 2/9/98

Infraero sugere transferência

da Reportagem Local

A Infraero, empresa que administra os principais aeroportos do país, diz, por meio de nota, que há estudos para a construção de mais dois terminais de passageiros no Aeroporto Internacional de Guarulhos.

A obra possibilitaria duplicar a capacidade de atendimento _dos atuais 15 milhões de passageiros por ano para 30 milhões, se forem incorporadas as tecnologias existentes. Nesse caso, muitos vôos que hoje chegam a Congonhas poderiam ser deslocados para Guarulhos.
Segundo a assessoria de imprensa da Infraero, a construção desses novos terminais teria custos muito inferiores à construção de um novo aeroporto.

A empresa diz acreditar, no entanto, que tanto a construção de um novo aeroporto quanto a ampliação de Guarulhos aumentariam ainda mais o movimento na região de São Paulo.
A Infraero defende a transferência de vôos para localidades próximas à capital paulista, como Campinas (em Viracopos) e, principalmente, o Rio de Janeiro, locais onde, segundo a empresa, há uma excelente estrutura aeroportuária e de navegação aérea.

Para a empresa, os atrasos e sobrevôos são provocados porque há, por um lado, uma convergência de vôos em determinados horários e, por outro, uma "inelasticidade dos espaços", tanto no ar como no solo.

A assessoria da Infraero diz desconhecer possíveis prejuízos das empresas que operam nesses horários de pico, mas acredita serem "custos compensadores".
(FS)

Oposição dividida


J. Borges, A mulher misteriosa, xilo

A náu dos insensatos

Miguel Chikaoka

Pensando

Mais vale um pássaro na mão doque bois voando

Pode ?

sexta-feira, 22 de junho de 2007

Polarização perigosa

A náu dos insensatos continua lenta, porém de forma decidida, em direção ao fundo do poço.

E, aos poucos, de forma assustadora, os mais esclarecidos vão assumindo suas posições, criando uma polarização inevitável :

Os otimistas dizendo que vai dar m*%@;

Do outro lado, os pessimistas reclamando que não vai haver m*%@ para todo o mundo.

Preparem-se.

Por trás do caos aéreo

Por Celso Diniz Gonçalves
Jornal O Globo, Coluna do leitor

A cada "apagão", um novo culpado: controladores do vôo, "ponto cego" de radares, monopólio da falecida Varig, overbooking da TAM (venda de passagem em quantidade superior à capacidade da aeronave), cachorro na pista de Congonhas, cerração e nevoeiro na capital paulista e, mais recentemente, o pobre cidadão brasileiro, que insiste em viajar de avião, sem relaxar e gozar.

Desde o mais grave acidente da história da aviação brasileira, que acabou com a vida de 154 pessoas, de tempos em tempos as confusões nos aeroportos de São Paulo e Brasília, com reflexos em todo o território nacional, voltam à cena.

Existe, de fato, uma série de explicações, interdependentes e complementares para o caos aéreo, porém, a raiz do problema não está na inadequação dos recursos, dos salários e das estruturas das organizações existentes, mas sim na falta de previsão, planejamento, coordenação, controle de pessoal e de equipamentos, o que evidencia a total incapacidade gerencial dos órgãos públicos para acompanhar o crescimento e o desenvolvimento das atividades da aviação comercial. Ou seja, o caos aéreo é decorrente do péssimo gerenciamento das operações da aviação civil no
espaço aéreo brasileiro, com a presença excessiva do Estado, ineficaz por natureza: Aeronáutica, Anac e Infraero.

O caos aéreo mistura problemas de gestão, incompatibilidades, interesses e precipitações de todas as autoridades envolvidas com o setor, sem exceção, agravado pela falta de foco na aplicação dos recursos públicos durante décadas, com gastos na construção de requintadas
instalações aeroportuárias em locais de pouca demanda e com rotas sendo estabelecidas por demanda política.

A Infraero gastou bilhões de reais em obras faraônicas de pouquíssima eficácia para as operações da aviação comercial no espaço aéreo brasileiro; a Agencia Nacional de Aviação Civil, por sua vez, concentrou a malha aérea, doméstica e internacional, em aeroportos sujeitos a condições climáticas e com problemas de pista, com são os casos de Congonhas, que não opera sob chuva forte, e de Brasília, deficiente em pista de pouso e decolagem para o trafego que lhe é destinado. Enquanto isso, o Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim, dotado de pistas
perpendiculares que permitem pousos e decolagens simultâneas, ao nível do mar, raríssimas vezes, em seus mais de 40 anos de operação, foi interditado por questões climáticas e está relegado, abandonado.

Apesar das vantagens operacionais incontestes, o aeroporto do Rio de Janeiro está entregue às moscas, com menos de 100 pousos/decolagens por dia, com a alta administração local da
Infraero preocupada em transformá-lo em shopping center, aeroporto indústria ou coisa parecida, na busca de receita para justificar a sua existência. Para a Superintendência Regional da Infraero, o crescimento da operação aérea no aeroporto do Galeão não é fundamental. O importante é buscar atividade na área que produza retorno financeiro para a estatal, mesmo fora da atividade fim para qual foi criada, ou seja, prover o suporte necessário às operações
aéreas.

Além do mais, há um distanciamento entre a gestão pública, sob a alçada militar, e a gestão privada das empresas aéreas. Os últimos acontecimentos sinalizam a necessidade da gestão privada de todas as operações aéreas comerciais, incluído o controle total das aeronaves
civis no espaço aéreo e a operação das instalações aeroportuárias: cada aeroporto, um concessionário independente.

Ares urbanos

Mário Angelo, AE

São Paulo, hoje.

Aparelhando

Você sabia que nosso presidente da Silva já criou mais de 2.000 postos de confiança no governo, aqueles dos DAS generosos que abastecem os cofrinhos do PT ?

Segundo a Folha de São Paulo, quando o PT estava na oposição, os dízimos não passavam dos R$450 mil anuais. Em 2006, foram R$ 2,88 milhoes ! Nos quatro primeiros anos deste governo, a arrecadação subiu mais de 545% !!!!

Agora é só imaginar como será quando for aprovado o financiamento público !

Sibá numa "fria"

Tudo parece que Sibá, o que não sabe "falá", se envolveu numa "fria" : deu o processo de cassação do guru como em aberto e agora ......

Da série "Quintais alagoanos"

Aldemir Martins, Bois, acrílica sobre tela

Mais cabides

Nosso ministro do Trabalho afirmou que aprova a idéia de se criar uma "Embaixada dos Trabalhadores" para ajudar os brasileiros que trabalham fora do País.

Disse que a proposta é de criar escritórios de representação que dêem amparo jurídico, estrutural e financeiro em lugares como Nova York, onde há grande quantidade de brasileiros.

"O ministério do trabalho tem que proteger os trabalhadores brasileiros em qualquer parte do mundo", explicou.

Ou o nosso ministro anda surtando ou o Itamaraty precisa explicar-se.