sábado, 23 de junho de 2007
Saúde para todos
Responda se puder
Porque não aparece nem um coroinha para fazer greve de fome pela moralidade dos costumes, como fez o padre para impedir as obras de transposição do São Francisco ?
Para cantarolar no banheiro (do aeroporto)
| Carioca - Falta De Avião Carioca (pânico Na Tv) |
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Em cartaz (Cine Panamericano)
TENSÃO NO RIO (Tensão no Rio, Brasil, 1982)
Elenco: Norma Bengell, Anselmo Duarte, Gracindo Júnior, Lilian Lemmertz, José Lewgoy,Ana Maria Magalhães, Dina Sfat, Nelson Xavier, Flávio Santiago, Raul Cortez, Paulo César Pereio.
O que nos espera
Futuros "doutores" e dirigentes da Nação deixam o prédio da reitoria de USP com rastros de vandalismo.
Atrás dos bois, o bicho
Os cheques estão disponíveis para quem quiser conferir ....
Vale a pena recordar
Infraero sugere transferência
da Reportagem Local
A Infraero, empresa que administra os principais aeroportos do país, diz, por meio de nota, que há estudos para a construção de mais dois terminais de passageiros no Aeroporto Internacional de Guarulhos.
A obra possibilitaria duplicar a capacidade de atendimento _dos atuais 15 milhões de passageiros por ano para 30 milhões, se forem incorporadas as tecnologias existentes. Nesse caso, muitos vôos que hoje chegam a Congonhas poderiam ser deslocados para Guarulhos.
Segundo a assessoria de imprensa da Infraero, a construção desses novos terminais teria custos muito inferiores à construção de um novo aeroporto.
A empresa diz acreditar, no entanto, que tanto a construção de um novo aeroporto quanto a ampliação de Guarulhos aumentariam ainda mais o movimento na região de São Paulo.
A Infraero defende a transferência de vôos para localidades próximas à capital paulista, como Campinas (em Viracopos) e, principalmente, o Rio de Janeiro, locais onde, segundo a empresa, há uma excelente estrutura aeroportuária e de navegação aérea.
Para a empresa, os atrasos e sobrevôos são provocados porque há, por um lado, uma convergência de vôos em determinados horários e, por outro, uma "inelasticidade dos espaços", tanto no ar como no solo.
A assessoria da Infraero diz desconhecer possíveis prejuízos das empresas que operam nesses horários de pico, mas acredita serem "custos compensadores".
(FS)
sexta-feira, 22 de junho de 2007
Polarização perigosa
E, aos poucos, de forma assustadora, os mais esclarecidos vão assumindo suas posições, criando uma polarização inevitável :
Os otimistas dizendo que vai dar m*%@;
Do outro lado, os pessimistas reclamando que não vai haver m*%@ para todo o mundo.
Preparem-se.
Por trás do caos aéreo
Jornal O Globo, Coluna do leitor
A cada "apagão", um novo culpado: controladores do vôo, "ponto cego" de radares, monopólio da falecida Varig, overbooking da TAM (venda de passagem em quantidade superior à capacidade da aeronave), cachorro na pista de Congonhas, cerração e nevoeiro na capital paulista e, mais recentemente, o pobre cidadão brasileiro, que insiste em viajar de avião, sem relaxar e gozar.
Desde o mais grave acidente da história da aviação brasileira, que acabou com a vida de 154 pessoas, de tempos em tempos as confusões nos aeroportos de São Paulo e Brasília, com reflexos em todo o território nacional, voltam à cena.
Existe, de fato, uma série de explicações, interdependentes e complementares para o caos aéreo, porém, a raiz do problema não está na inadequação dos recursos, dos salários e das estruturas das organizações existentes, mas sim na falta de previsão, planejamento, coordenação, controle de pessoal e de equipamentos, o que evidencia a total incapacidade gerencial dos órgãos públicos para acompanhar o crescimento e o desenvolvimento das atividades da aviação comercial. Ou seja, o caos aéreo é decorrente do péssimo gerenciamento das operações da aviação civil no
espaço aéreo brasileiro, com a presença excessiva do Estado, ineficaz por natureza: Aeronáutica, Anac e Infraero.
O caos aéreo mistura problemas de gestão, incompatibilidades, interesses e precipitações de todas as autoridades envolvidas com o setor, sem exceção, agravado pela falta de foco na aplicação dos recursos públicos durante décadas, com gastos na construção de requintadas
instalações aeroportuárias em locais de pouca demanda e com rotas sendo estabelecidas por demanda política.
A Infraero gastou bilhões de reais em obras faraônicas de pouquíssima eficácia para as operações da aviação comercial no espaço aéreo brasileiro; a Agencia Nacional de Aviação Civil, por sua vez, concentrou a malha aérea, doméstica e internacional, em aeroportos sujeitos a condições climáticas e com problemas de pista, com são os casos de Congonhas, que não opera sob chuva forte, e de Brasília, deficiente em pista de pouso e decolagem para o trafego que lhe é destinado. Enquanto isso, o Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim, dotado de pistas
perpendiculares que permitem pousos e decolagens simultâneas, ao nível do mar, raríssimas vezes, em seus mais de 40 anos de operação, foi interditado por questões climáticas e está relegado, abandonado.
Apesar das vantagens operacionais incontestes, o aeroporto do Rio de Janeiro está entregue às moscas, com menos de 100 pousos/decolagens por dia, com a alta administração local da
Infraero preocupada em transformá-lo em shopping center, aeroporto indústria ou coisa parecida, na busca de receita para justificar a sua existência. Para a Superintendência Regional da Infraero, o crescimento da operação aérea no aeroporto do Galeão não é fundamental. O importante é buscar atividade na área que produza retorno financeiro para a estatal, mesmo fora da atividade fim para qual foi criada, ou seja, prover o suporte necessário às operações
aéreas.
Além do mais, há um distanciamento entre a gestão pública, sob a alçada militar, e a gestão privada das empresas aéreas. Os últimos acontecimentos sinalizam a necessidade da gestão privada de todas as operações aéreas comerciais, incluído o controle total das aeronaves
civis no espaço aéreo e a operação das instalações aeroportuárias: cada aeroporto, um concessionário independente.
Aparelhando
Segundo a Folha de São Paulo, quando o PT estava na oposição, os dízimos não passavam dos R$450 mil anuais. Em 2006, foram R$ 2,88 milhoes ! Nos quatro primeiros anos deste governo, a arrecadação subiu mais de 545% !!!!
Agora é só imaginar como será quando for aprovado o financiamento público !
Sibá numa "fria"
Mais cabides
Disse que a proposta é de criar escritórios de representação que dêem amparo jurídico, estrutural e financeiro em lugares como Nova York, onde há grande quantidade de brasileiros.
"O ministério do trabalho tem que proteger os trabalhadores brasileiros em qualquer parte do mundo", explicou.
Ou o nosso ministro anda surtando ou o Itamaraty precisa explicar-se.







